Mastodontes, de Joshua B. Freeman – Resenha com Rodolfo #25

De volta em mais um Resenha com Rodolfo, o vice presidente da Acta-Holding recebe o convidado Vinícius Yamashiro para comentar sobre o livro Mastodondes, de Joshua B. Freeman, publicado pela editora Todavia. Primeiramente, é importante contextualizar o início de tudo: antes do sistema fabril, não existia crescimento econômico. Depois de sua criação, até mesmo os […]

De volta em mais um Resenha com Rodolfo, o vice presidente da Acta-Holding recebe o convidado Vinícius Yamashiro para comentar sobre o livro Mastodondes, de Joshua B. Freeman, publicado pela editora Todavia. Primeiramente, é importante contextualizar o início de tudo: antes do sistema fabril, não existia crescimento econômico. Depois de sua criação, até mesmo os indicadores sociais começaram a mostrar sinais de melhora. Mas, como a maioria das situações da modernidade, isso tudo gerava uma certa contradição. As fábricas também trouxeram problemas sociais e de saúde. No livro, o autor mostra o lado obscuro do sistema.

A exploração, em particular do trabalho infantil, é a principal crítica. As fábricas, que hoje em dia são sinônimo de masculinidade, antigamente eram compostas basicamente por mulheres e crianças, uma vez que ambos eram mãos de obra baratas. Além disso, também é colocado em pauta a história dos sindicatos e até mesmo os danos ao meio ambiente, que foram definitivos.

Outro ponto abordado na obra é como os nossos hábitos de hoje em dia foram influenciados pela história do sistema fabril. Tudo começou com a migração da população rural para os distritos. Foi visto uma urbanização da classe operária, hoje denominada de proletariado. Rodolfo traz, por fim, uma interpretação mais pessoal de que a derrocada das fábricas está relacionada a uma nova conotação dos ganhos de escala. O que antes necessitava uma organização e uma estrutura gigante, hoje foi substituída pelo mundo digital.

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